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CMN autoriza bancos a renegociar empréstimos e prorrogar pagamento de produtores rurais(Portaldebalsas.com.br)
Prorrogação vale para produtores cuja atividade tenha sido afetada pela crise do coronavírus. Já a renegociação é para aqueles que tiveram prejuízo em decorrência da seca ou estiagem.



O Conselho Monetário Nacional (CMNautorizou os bancos a prorrogarem pagamento e renegociarem empréstimos para produtores rurais, informou o Ministério da Economia.

A prorrogação de pagamento vale para produtores cuja atividade tenha sido afetada pelas medidas de distanciamento social;
A renegociação é para produtores que tiveram prejuízos em decorrência de seca ou estiagem.

Segundo o jornal Valor Econômico, as medidas poderão prorrogar até R$ 70 bilhões de dívidas dos produtores ruais.

Na primeira operação, de prorrogação de pagamento, o governo informou que o objetivo é reduzir os efeitos negativos sobre as atividades do setor agropecuário em decorrência das medidas de distanciamento social adotadas para mitigar os impactos da pandemia do novo coronavírus.


Nesse caso, as instituições financeiras foram autorizadas a prorrogar, para até 15 de agosto de 2020, o vencimento das parcelas de crédito rural, de custeio e investimento, vencidas ou vincendas, entre 1º de janeiro e 14 de agosto de 2020, contratadas por produtores rurais, inclusive agricultores familiares, e suas cooperativas de produção.

 "A medida concede aos produtores prazo adequado para ajustarem seu ciclo de comercialização às novas condições de mercado, dadas pelas medidas de distanciamento social decorrentes do Covid-19", informou o Ministério da Economia.

O CMN também permitiu, até 30 de junho de 2020, a contratação de Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP), com Recursos do MCR 6-2 (depósitos à vista).

"A medida amplia as possibilidades de recursos para comercialização da produção e garante que o produtor rural receberá pelo seu produto com valor não inferior ao preço mínimo. O volume de recursos será de R$ 65 milhões, com taxa de juros de até 6% a.a. para as agroindústrias familiares e as cooperativas de agricultores familiares; e de até 8% a.a. para os demais", informou.


Também autorizou a concessão de crédito especial de custeio, com Recursos do MCR 6-2 (depósitos à vis-ta), aos agricultores familiares do Pronaf e aos produtores rurais do Pronamp, cuja venda da produção tenha sido prejudicada pela redução da demanda.

Fonte:Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

 




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